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Gatos e Crianças

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Apesar da sua natureza independente e pouco inclinada ao manuseamento, até o gato mais rebelde deixa que uma criança lhe faça todo o tipo de diabruras.
Desde os primeiros meses de vida que o menino se sente fascinado pelo gato, segue com curiosidade os seus movimentos e fica satisfeito quando o animal se aproxima e se esfrega contra ele. Em breve se aperceberá das diferenças entre o animal de verdade e os seus peluches, mas só a partir do décimo mês a criança estará apta a acariciar com movimentos coordenados o seu peludo companheiro de brincadeiras. Precisamente, graças à convivência com um animal a criança desenvolverá melhor a capacidade de se familiarizar com o mundo exterior.

De fato, a comunicação entre o gato e o menino é muito eficaz, visto que ambos se servem de linguagem não verbal: a gestual e a mímica. Estes dois seres têm a capacidade de se "entender" sem falar e a relação é tanto mais intensa quanto é transmitida com os mesmos "instrumentos". Os gestos, a posição do corpo e da cabeça, as expressões do rosto, permitem que o gato compreenda o estado emocional da criança, a qual, por sua vez, tentará interpretar as reações do seu amigo. Esta intimidade permitirá que o gato suporte as "diabruras" do pequeno, que não toleraria a nenhum adulto.
A cria do homem confia mais facilmente no seu gato do que no seu melhor amigo. A vantagem é que o animal nunca o julga. Com o gato a simpatia e a discrição estão garantidas. Sempre presente, disposto a escutar, o gato proporciona um enorme conforto.
Juntos, os dois companheiros de brincadeiras solidarizam-se frente ao mundo dos adultos, um mundo cheio de proibições e obrigações, tão difícil de compreender quando se é pequeno. Em compensação, quando o gato e menino são livres de se movimentar, inventam todo o tipo de brincadeiras, e com pouco se contentam (por exemplo, um novelo de lã, uma rolha pendurada num cordãozinho, uma bolinha) para se divertirem juntos descobrindo o mundo. O gato segue todos os movimentos da criança; quando esta faz os trabalhos da escola ou desenha, por exemplo, ele deita-se sobre as folhas de papel, em busca da sua atenção; em geral dá sapatadas inócuas para apanhar o lápis, mas também sabe portar-se bem e ficar imóvel, como que hipnotizado pela folha de papel e pela caneta que corre por cima dela.


A associação entre o gato e a criança ainda é mais importante quando, devido ao compromisso de trabalho da mamã e do papá, a criança passa muitas horas sem poder comunicar com nenhum familiar: então a presença do gato ajudará a criança a não sofrer de solidão. O gato é o companheiro ideal para quem está só e para as pessoas idosas e crianças . Possui a arte de se introduzir com suavidade na nossa existência e tornar-se indispensável: afectusoa, enche a vida dos solitários. A sua presença reconfortante e o seu ronronar tranquiliza as pessoas com "stress". A extrema diversidade natural e a grande capacidade de adaptação do gato sugerem ao homem a ideia de fazer criação dele. Apesar de todas as manipulações o Gato soube manter a sua identidade. "Não existe uma animal que, ao longo de uma associação milenar como o Homem, tenha mudado tão pouco como o Gato", escreveu o etólogo Konrad Lorenz. E este é um dos seus grande atrativos.
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